La violencia en el seno de las relaciones íntimas, analizadas por un psicólogo clínico
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Fecha
2009-09-14
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Editor
Pontificia Universidad Javeriana
Resumen
En este artículo se revisan algunos datos asociados a la violencia en el contexto de las relaciones íntimas, presentados frecuentemente por los medios de comunicación de masas, y otros, igualmente válidos, aunque más sutiles, derivados de estudios empíricos y observaciones clínicas. Se presenta un modelo bio-psico-social, para intentar comprender este sinsentido. Se argumenta que, aunque las medidas punitivas de corte legal y policial terminen siendo necesarias en algunos casos, éstas fracasarán si no se tiene en cuenta el “factor humano” y se reduce la distancia existente entre las demandas explícitas e implícitas de los implicados. Se presentan sugerencias necesarias para el desarrollo de programas preventivos.
This paper reviews data associated with violence within intimate relationships, some of which are frequently reported in the mass communication media, and others which are equally valid, although more subtle, taken from empirical studies and clinical observations. A bio-psycho-social model is presented, with aim of understanding this incoherence. It is argued that, although legal and penal actions might be deemed necessary, they will not succeed unless the “human factor” is taken into account, and the distance that exists between the explicit and implicit demands of those who are implicated, is reduced. Suggestions to implement preventive programmes are put forward.
Neste artigo se revisam alguns dados associados à violência no contexto de relações íntimas apresentados freqüentemente pelos meios de comunicação, e outros, igualmente válidos, mesmo que mais sutis, derivados de estudos empoíricos e observações clínicas. Se apresenta um modelo bio-psico-social, para tentar compreender este problema. Se argumenta que, mesmo que as medidas punitivas de corte legal e policial terminem sendo necessárias em alguns casos, estas fracassarão, se não se leva em conta o “fator humano” e se reduz a distância existente entre as demandas explícitas e implícitas dos implicados. Se apresentam sugestões necessárias para o desenvolvimento de programas preventivos.
This paper reviews data associated with violence within intimate relationships, some of which are frequently reported in the mass communication media, and others which are equally valid, although more subtle, taken from empirical studies and clinical observations. A bio-psycho-social model is presented, with aim of understanding this incoherence. It is argued that, although legal and penal actions might be deemed necessary, they will not succeed unless the “human factor” is taken into account, and the distance that exists between the explicit and implicit demands of those who are implicated, is reduced. Suggestions to implement preventive programmes are put forward.
Neste artigo se revisam alguns dados associados à violência no contexto de relações íntimas apresentados freqüentemente pelos meios de comunicação, e outros, igualmente válidos, mesmo que mais sutis, derivados de estudos empoíricos e observações clínicas. Se apresenta um modelo bio-psico-social, para tentar compreender este problema. Se argumenta que, mesmo que as medidas punitivas de corte legal e policial terminem sendo necessárias em alguns casos, estas fracassarão, se não se leva em conta o “fator humano” e se reduz a distância existente entre as demandas explícitas e implícitas dos implicados. Se apresentam sugestões necessárias para o desenvolvimento de programas preventivos.
Palabras clave
Violencia
Relaciones íntimas
Comunicación
Conflicto
Violence
Intimate relationships
Communication
Conflict
Violência
Relações íntimas
Comunicação
Conflito
Relaciones íntimas
Comunicación
Conflicto
Violence
Intimate relationships
Communication
Conflict
Violência
Relações íntimas
Comunicação
Conflito
Descripción
Materias
Cita
Cáceres Carrasco, J. (2009). La violencia en el seno de las relaciones íntimas, analizadas por un psicólogo clínico. Pensamiento psicológico, 6(13), 13-26.
